quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Games: 5 Notícias em 1

1- Novo trailer de Final Fantasy VII Remake destaca os vilões



Conforme prometido,a Square Enix divulgou um novo vídeo de Final Fantasy VII Remake. O vídeo dá destaque para os vilões da empresa Shinra.

Entre as cenas,é possível ver uma luta de Cloud contra Reno,algumas das summons da aventura e outros trechos novos de história - além de um pequeno teaser do trecho em que Cloud se veste de mulher para invadir o Honey Bee Inn:

2- Control: DLCs são anunciados (e sugerem crossover com Alan Wake?) 

A Remedy pretende estender a vida útil de Control: a companhia anunciou hoje o calendário de expansões para o jogo,que vem recebendo muitos elogios (tirando a parte da performance). 

Os novos conteúdos vão até 2020,mas algumas das novidades estarão disponíveis já no final deste ano (a primeira atualização confirmada é a vinda do Modo Foto),com o estúdio planejando disponibilizar isso nesta primavera.

Enquanto isso,uma expansão gratuita foi marcada para dezembro. O novo modo de jogo é chamado de “Expeditions”,e segundo a Remedy,será “um desafiador modo end-game em que Jesse precisará ajudar o Chefe de Segurança Arish a explorar o misterioso Formation”. 

Já os DLCs pagos,por sua vez,chegarão ao longo de 2020. Esses conteúdos adicionais vão oferecer elementos inéditos,como novas missões de história,inimigos,mecânicas de jogabilidade e cenários (o primeiro deles é chamado de The Foundation) e o segundo  'AWE',onde este último levará a protagonista até uma nova área da Oldest House,a Seção de Investigação,com o título fazendo referência a isso.

Mas aí que está: a sigla também faz referência a Alan Wake,e a imagem promocional indica justamente a possibilidade de um crossover:

Vale lembrar que Control e Alan Wake fazem parte do mesmo universo,como confirmou a própria Remedy. Mas é óbvio que o estúdio não se pronunciou sobre um eventual encontro entre Jesse & o escritor perturbado.

3- Mortes permanentes em Watch Dogs Legion podem ser evitadas

Um pouco de esperteza pode ser bem útil em Watch Dogs Legion: como informado pela Ubisoft,o jogo contará com “mortes permanentes” (ou seja,se o seu NPC bater as botas uma vez),ele não volta.

No entanto,nem sempre precisa ser assim: a Ubi acalmou os jogadores que adoram um respawn e se pronunciou sobre a mecânica: se o player se render,o personagem irá para o hospital ou para a prisão,entrando assim em período de cooldown – e poderá ser usado novamente. Ele só fica inutilizável mesmo se for morto de fato.

O diretor de arte do game revelou então que o jogo foi construído levando em consideração o fator de replay. Por isso,haverá muitas possibilidades para cada missão: 

"Para fazer um sistema complexo como jogar com qualquer um funcionar,tivemos que ter a oportunidade de retornar a diferentes lugares e fazer diferentes coisas. Tome como exemplo a demo na E3,quando você é mandado para a Scotland Yard para cumprir um objetivo. Se eu fizesse aquela missão novamente com uma pessoa diferente,os caminhos poderiam estar me levando a outro lugar. Poderia ser para a estação de polícia de Camden,ou para a outra em Nine Elms,ou ainda para a MI6",disse Josh Cook. 

Ele então comentou sobre a morte permanente. Ele disse que haverá opções para evitá-la,mas isso depende do próprio jogador e de como ele abordará as situações que achar em Legion:

"Eu acho que é muito importante ressaltar que as mortes permanentes são resultados de escolhas táticas. Você tem uma decisão a fazer,você tem a oportunidade para se render e seus NPCs serão colocados em um período de cooldown,onde eles serão colocados em um hospital,na prisão ou em diferentes circunstâncias dependendo de como eles foram abatidos".


4- Ubisoft não vai voltar a criar “jogos curtos”,garante CEO

Jogos em larga escala vem sendo a aposta da Ubisoft ultimamente,e a própria companhia reconhece isso: segundo o CEO Yves Guillemot,o estúdio não voltará a produzir jogos considerados curtos,como Assassin’s Creed Unity (que possui uma campanha de 15 horas). Para se ter uma noção,a duração do jogo na Revolução Francesa é quatro vezes menor do que Assassin’s Creed Odyssey.

Em uma entrevista ao GamesIndustry.biz,Guillemot explicou que a Ubisoft não vai investir em experiências de menor escopo porque quer garantir uma boa quantidade de conteúdos para justificar a compra dos jogadores. O objetivo é oferecer um “Unity dentro de Odyssey”:

"Nosso objetivo é entregar um Unity dentro de cada Odyssey. Se você quer uma história de 15 horas,vai ter isso,mas também contará com outras histórias. Você vive neste mundo e busca aquilo que deseja. Essa experiência unitária é como ter várias experiências de Unity. Os jogadores receberão muitos conteúdos a partir dos seus  investimentos,muito mais do que ganharam anteriormente".

A política da Ubisoft também se justifica pela disponibilização das expansões: em AC Odyssey,seis episódios de DLCs foram  lançados com uma história inédita,onde vários conteúdos adicionais também chegaram em Assassin’s Creed Origins. 

& 5- É uma ótima idéia!

O diretor criativo de Borderlands 3,Paul Sage,concedeu uma entrevista ao VG247 e admitiu que tem interesse em adaptar a franquia para a TV,de preferência no formato anime. A principal inspiração vem da série Love, Death + Robots,da Netflix:

“Quando me apresentaram Love, Death + Robots, pensei, ‘Minha nossa! Fazer isso,deve ser muito divertido!’ Mas vamos ver o que o futuro reserva. Espero que o público goste do jogo. Caso todos queiram ver mais desse material,então poderemos discutir certas coisas.”  

Por: Riptor



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