terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Nem tudo é tão simples



Com o Xavier sendo assassinado em X-Force,isso não só abalou as estruturas que estão para serem estabelecidas nessa nova posição que a sociedade mutante mal conquistou, como também interfere em um processo que foi inserido no meio da sociedade, que é o processo de ressuscitação.

Como Hickman bem explicou em edições de Dinastia X, o processo consiste em cinco mutantes para clonar um corpo, e depois de criado, Xavier insere as lembranças na mente do novo corpo com a ajuda do Cérebro, que faz um backup de todos os mutantes existentes no planeta. Contudo, a segunda edição de X-Force coloca mais um detalhe sobre a funcionalidade do Cérebro e qual o atual estado dele, após a invasão sofrida na ilha.
Após resgatarem o corpo de Xavier, Magneto praticamente suplica para Jean para ela tentar de todas as formas possíveis trazer  Xavier de volta. Por sua vez, ela recorre à Hank McCoy para que ele a auxilie nessa missão.

Em teoria, a Jean é uma das telepatas mais poderosas do planeta, então ela poderia muito bem usar o Cérebro e trazer o Xavier de volta. Porém, a coisa não é tão simples quanto parece: enquanto Xavier estava sendo assassinado na Russia, ocorreu um ataque sincronizado em Krakoa que, de alguma forma, afetou o funcionamento do Berço 1, que é onde fica o Cérebro de verdade, ligado a Krakoa.

O que acontece é que por esse Cérebro, as outras matrizes funcionam através de uma rede neural. Com o Berço 1 inoperante, todos os backups ficaram inacessíveis, o que impossibilita a ressurreição de qualquer mutante, inclusive Xavier. E é aí que entra Henry McCoy,que terá que descobrir um jeito de fazer o Cérebro ficar "online" novamente para que Jean possa usá-lo.
Isso no fim mostra que até mesmo um poderoso sistema de ressuscitação como esse pode ter uma falha gigante, uma vez que realmente se trata de uma máquina que dependia de Xavier. Agora, resta aguardar para ver como esse problema será resolvido.

Por: Riptor

Fonte: Marvel616

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