sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

Esse teu cotovelo ta como ?

 






O Agente Secreto (2025) recebeu quatro indicações ao Oscar, sendo uma delas a de Melhor Filme. Com isso, o Brasil tornou-se o terceiro país a emplacar essa dobradinha, depois de Suécia e França. O cinema brasileiro passou, então, a ser visado em âmbito global, o que tem incomodado algumas pessoas, como o cineasta espanhol Oliver Laxe, diretor de Sirât (2025).


É evidente que a relação dos brasileiros com as redes sociais chama a atenção da comunicação da Academia. Basta ver a diferença de curtidas e comentários nas postagens que envolvem brasileiros e nas que envolvem estrangeiros. No entanto, é muito pouco provável — para não dizer impossível — que isso gere um impacto significativo no resultado do Oscar. Veja, mais de 10.000 pessoas do mundo inteiro votam para a premiação! Não estamos falando de um júri de 11 pessoas.


Laxe, no entanto, acha que tem impacto sim. Comentando os indicados de 2026, ele ironizou o desempenho de O Agente Secreto, dizendo que o filme só foi tão bem porque a Academia do Oscar estaria cheia de votantes "ultranacionalistas" a favor do Brasil.


"Na Academia tem um monte de brasileiros e nós os amamos muito, mas eles são ultranacionalistas", disse Laxe. "Acho que, se os brasileiros submetessem um sapato, ele seria indicado ao Oscar."



Não tinha nenhum brasileiro no Júri do Festival de Cannes, onde O Agente Secreto venceu por Melhor Direção e Melhor Ator. Sirât dividiu o Prêmio do Juri com O Som da Queda.


POR:Marcilio

FONTE:Ovicio

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