Em uma notícia que pegou a indústria de surpresa e surgiu do mais absoluto nada, o diretor Bryan Singer retornou oficialmente aos cinemas.
O cineasta lançou na última sexta-feira (20), em circuito limitado nos Estados Unidos, o longa-metragem dramático Monumento.
A produção foi distribuída sem nenhum material de divulgação prévio, chegando às telonas de forma independente por meio de sua própria produtora, a Bad Hat Harry Productions.
A trama de Monumento é ambientada no Oriente Médio durante o ano de 1999, no período da ocupação israelense no Líbano.
A narrativa acompanha o arquiteto Yacov Rechter, interpretado por Jon Voight, que recebe a missão de projetar um memorial em homenagem aos soldados mortos em combate.
O conflito ideológico se estabelece quando seu filho, vivido por Joe Mazzello, exige que a obra honre todas as vítimas da guerra, englobando ambos os lados da fronteira.
O projeto foi gravado em absoluto sigilo na Grécia no final de 2023, financiado com um orçamento estimado em menos de US$ 10 milhões.
Este é o primeiro trabalho de Singer desde o polêmico, mas muito bem-sucedido, Bohemian Rhapsody, lançado há oito anos. Essa produção foi marcada por grandes controvérsias, com Singer sendo demitido no meio das gravações e substituído por Dexter Fletcher; a maioria das cenas do longa, no entanto, continuava sendo de Singer.
O diretor sofreu um forte exílio de Hollywood logo após a cinebiografia, impulsionado por diversas acusações de má conduta (histórias que, vale lembrar, já circulavam há décadas, mas a indústria cinematográfica simplesmente ignorava) e pelo avanço do movimento #MeToo, situações que o cineasta continua negando.
POR:Marcilio
FONTE:Ovicio

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