1 - O chefe da Marvel Studios, Kevin Feige, abriu o jogo sobre como a equipe lida com o excesso de teorias e opiniões dos fãs nas redes sociais.
Durante um painel em sua homenagem na Universidade do Sul da Califórnia (USC), o produtor abordou a pressão que o fandom pode exercer atualmente sobre os realizadores.
Feige destacou que a Marvel sempre manteve uma relação próxima com o público desde a época das cartas nos quadrinhos, mas ressaltou que hoje é necessário ter cuidado.
"O volume de informações online vai te esmagar se você se concentrar demais nisso. Há horas e horas de teorias no YouTube, no TikTok, em subreddits. Você pode ler tudo e enlouquecer. Então, nós não fazemos isso", declarou o executivo (via Hollywood Reporter).
Presente no evento, o diretor Shawn Levy (Deadpool & Wolverine) concordou com a visão do produtor sobre a necessidade vital de abafar o ruído da internet.
"Quando você está trabalhando em grandes franquias, precisa saber a hora de parar, ficar em silêncio e voltar à sua voz original de quando começou", acrescentou Levy.
Para substituir o termômetro enganoso das redes sociais, Feige explicou que o estúdio prefere buscar feedback genuíno por meio de exibições-teste fechadas em salas de cinema, focando na reação real do público às obras concluídas
2 - O chefe da Marvel Studios, Kevin Feige, e o diretor Ryan Coogler compartilharam memórias marcantes sobre o falecido ator Chadwick Boseman.
Durante um evento na Universidade do Sul da Califórnia (USC), a dupla abriu o coração sobre os momentos difíceis que se seguiram à perda do astro de Pantera Negra em 2020.
Feige revelou que, em seu último encontro presencial com Boseman, o ator detalhou o quanto havia se divertido dublando T'Challa na série animada What If...?.
O desejo do artista era levar essa mesma energia descontraída para a aguardada sequência cinematográfica do herói, projeto que tragicamente não teve a chance de concluir.
O produtor executivo também desabafou sobre como a rotina frenética de produções o fez presumir que sempre haveria um próximo reencontro nos bastidores da franquia.
"A necessidade de marcar um jantar para dizer oi, eu simplesmente nunca faço. Porque estamos ocupados e porque sempre haverá uma próxima vez. E isso me atingiu como um soco no estômago quando percebi que não haveria", lamentou (via Hollywood Reporter).
O cineasta Ryan Coogler acrescentou que, logo após a morte do amigo, Feige e o CEO da Disney, Bob Iger, viajaram até a sua casa em meio ao rigoroso isolamento da pandemia.
A visita serviu exclusivamente para prestar apoio emocional e humano, deixando de lado qualquer discussão corporativa sobre o futuro do super-herói no estúdio.
"Só existiu um Chad, cara. E só existiu um personagem que realmente combinava com ele", concluiu o diretor.
3 - Kevin Feige, revelou como a clássica franquia cinematográfica de Superman foi responsável por moldar a sua vida e toda a sua trajetória profissional em Hollywood.
Durante um evento em sua homenagem na Universidade do Sul da Califórnia (USC), o executivo foi questionado por um aluno sobre um momento crucial que mudou o rumo da sua vida.
Na época da faculdade, o produtor encontrou uma vaga de estágio na Donner/Shuler-Donner Productions, produtora comandada por Richard Donner, aclamado diretor de Superman: O Filme.
Fã declarado do super-herói da DC, Feige confessou que a sua paixão pelo longa-metragem foi o grande motor para que ele buscasse a oportunidade de trabalho.
"Eu amava o Superman, principalmente o primeiro e o segundo filme. Esse foi o primeiro e único currículo que eu já preenchi, e enviei por fax. Se eu não tivesse feito isso, não sei o que seria", relembrou
POR:Marcilio
FONTE:Ovicio

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