sábado, 21 de março de 2026

Olha a treta, olha a treta

 






Paris Jackson, filha do Rei do Pop, iniciou uma ofensiva judicial contra os executores John Branca e John McClain, de acordo com o site TMZ, questionando não apenas a gestão financeira da herança, mas também as decisões criativas e orçamentárias por trás de Michael, a aguardada cinebiografia do cantor.


De acordo com documentos obtidos pelo TMZ, Paris mostrou preocupação com o envolvimento direto de Branca na produção do filme. Ela questiona a escolha do ator Miles Teller para interpretar o próprio John Branca na tela, classificando a decisão como "peculiar" e duvidando que o alto custo do cachê traga o retorno esperado em bilheteria.


A filha do astro também apontou falhas graves na condução do projeto, que possui um orçamento estimado em US$ 150 milhões. Segundo Paris, a falta de experiência dos executores em grandes produções de cinema teria resultado em gastos extras de dezenas de milhões de dólares em refilmagens, após problemas contratuais impedirem o uso de cenas já gravadas. Ela descreveu a produção de 3,5 horas como "problemática".


Além do filme, a disputa envolve os ganhos dos administradores. Paris alega que Branca e McClain receberam US$ 7,9 milhões em compensação apenas em 2021, totalizando mais de US$ 148 milhões desde a morte de Michael em 2009. Ela afirma que os fundos do espólio estão sendo aplicados em projetos de alto risco, sem qualquer ideia de retorno financeiro.


A defesa dos executores, representada pelo advogado Jonathan Steinsapir, rebateu as acusações classificando-as como "sem mérito" e fruto de uma campanha midiática. Steinsapir destacou que o espólio estava devendo US$ 500 milhões quando Michael faleceu e foi transformado em um negócio bilionário. A defesa pontuou que Paris já recebeu cerca de US$ 65 milhões em benefícios e que o sucesso de projetos como o Cirque du Soleil e o documentário This Is It provam a competência da gestão.


Caso você não saiba, o espólio é a entidade jurídica responsável por administrar todos os bens, direitos autorais e dívidas deixados por Michael Jackson após sua morte. Ele é gerido por executores que tomam decisões sobre licenciamento de músicas, lançamentos póstumos e investimentos cinematográficos para garantir a manutenção do patrimônio dos herdeiros. A cinebiografia de Michael Jackson é fruto desta administração já citada.


POR:Marcilio

FONTE:Ovicio

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