A aguardada cinebiografia Michael trará a história do Rei do Pop para os cinemas, mas uma figura central de sua família ficará de fora. De acordo com a Variety, a cantora Janet Jackson não será retratada como personagem no longa-metragem.
A decisão dos realizadores chama a atenção em meio a rumores de tensões nos bastidores da produção. Relatos da imprensa norte-americana apontam que Janet Jackson assistiu a uma sessão antecipada do projeto e demonstrou forte insatisfação com as atuações e a abordagem de momentos cruciais da vida de seu irmão.
As críticas teriam irritado Jermaine Jackson, pai do protagonista Jaafar Jackson. O produtor e irmão do falecido astro teria acusado a cantora de estar com ciúmes por não ter os holofotes, gerando um novo atrito na já conturbada dinâmica da família.
O descontentamento com o projeto, no entanto, não se limita à irmã do cantor. Paris Jackson, filha do Rei do Pop, também expressou sua desaprovação pública em relação à cinebiografia, recusando qualquer envolvimento e descrevendo a produção como um "circo midiático".
Em contrapartida, La Toya Jackson deve aparecer como personagem na trama. A inclusão surpreende parte do público, visto que a irmã chegou a apoiar publicamente as acusações contra Michael Jackson no passado, antes de voltar atrás e alegar ter sofrido pressão de seu ex-marido para ganhar atenção na mídia.
Alem disso;
A aguardada cinebiografia do Rei do Pop, Michael, chegará em breve às telonas com uma nova estratégia narrativa, e o futuro da história já depende do seu desempenho financeiro.
De acordo com o portal Variety, a Lionsgate estabeleceu uma meta clara para aprovar a continuação do projeto. O estúdio exige uma arrecadação global de pelo menos US$ 700 milhões.
O número exigido está acima da métrica habitual da indústria. Com um orçamento de produção estimado em US$ 200 milhões, o longa precisaria de aproximadamente duas vezes e meia esse valor para atingir o seu ponto de equilíbrio e começar a gerar lucro.
A elevada meta de US$ 700 milhões, no entanto, se justifica por dois fatores centrais. O primeiro é a robusta e cara campanha de marketing. O segundo envolve a distribuição, já que a Lionsgate divide os lucros do mercado internacional com a Universal Pictures em diversos territórios.
Michael tem estreia oficial confirmada para o dia 23 de abril nos cinemas do Brasil.
POR:Marcilio
FONTE:Ovicio
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