sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Em um lado serio da vida real. I.A tem que acabar........

 






Um relatório de inteligência, que circulou entre os militares dos EUA em meio à guerra com o Irã, acendeu imediatamente os alarmes: um navio chinês no Oriente Médio estava transportando componentes de um programa de armas nucleares.



As Forças Armadas dos EUA entraram em ação com planos para interceptar a embarcação, de acordo com quatro fontes familiarizadas com o episódio.


Segundo duas dessas fontes, membros armados do Exército americano se preparavam para abordar o navio. Aviões militares já estavam no ar, disseram uma dessas fontes e outra fonte a par do incidente.



Foi apenas momentos antes da operação planejada que as autoridades analisaram mais a fundo o relatório – elaborado por um analista do comando de operações especiais – e descobriram que ele havia sido gerado com a ajuda de IA (inteligência artificial).


Um chatbot usado pelo analista identificou incorretamente a carga que o navio transportava.


O relatório, segundo uma das fontes, era “totalmente falso”. No entanto, também “quase provocou uma guerra”.


Qualquer operação dos EUA contra um navio chinês poderia ter corrido o risco de se transformar em um conflito armado entre as duas nações.


Em todo o Exército e na comunidade de inteligência dos EUA, autoridades estão pressionando para integrar a IA em quase todas as facetas de seu trabalho – desde a análise de grandes volumes de inteligência bruta e a seleção de alvos para ataques, até aplicações mais rotineiras, como gestão orçamentária, logística e cadeias de suprimentos.



Contudo, o episódio destaca os riscos profundos de aplicar essa tecnologia poderosa, nova e relativamente pouco compreendida para a seleção de alvos no meio de uma guerra.


POR:Marcilio

FONTE:CNNBrasil

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