*Resident Evil* — uma nova abordagem da franquia de sucesso que começou nos videogames e migrou para o cinema de terror, comandada por Zach Cregger (diretor de *Weapons* e *Barbarian*) — está impressionando a crítica, ao contrário dos filmes anteriores da série.
O embargo para a publicação de críticas de *Resident Evil* terminou na quarta-feira, ao meio-dia (horário da costa leste dos EUA), e, até o momento, o *reboot* conquistou uma aprovação de 97% ("fresco") no *Tomatometer* do Rotten Tomatoes, com base em 86 críticas. O consenso dos críticos, o resumo da audiência e a pontuação do *Popcornmeter* (baseada nas avaliações de usuários verificados) ainda não foram divulgados.
A versão de Cregger para *Resident Evil* supera em muito as adaptações anteriores do videogame. Em contrapartida, a versão de 2002 obteve uma pontuação de 36% ("podre") no Rotten Tomatoes, com base em 162 críticas, enquanto o segundo *reboot*, *Resident Evil: Bem-Vindo a Raccoon City* (2021), amargou uma aprovação de apenas 30% entre os críticos, com base em 92 avaliações. A série de TV de *Resident Evil* de 2022 teve um desempenho bem melhor, mas ainda assim foi classificada como "podre", com uma pontuação de 54% da crítica, baseada em 52 avaliações.
Alem disso;
Após um verão recorde de US$ 4,67 bilhões, o filme *Practical Magic 2* (da Warner Bros./Alcon), lançado no fim de semana passado, não chegou a incendiar as bilheterias do outono. No entanto, o relançamento de *Resident Evil* pela Sony/Constantin — sob o comando de Zach Cregger — pode muito bem alcançar esse feito neste fim de semana, com uma estreia doméstica estimada entre US$ 40 milhões e US$ 50 milhões e mais US$ 31 milhões no mercado internacional, totalizando uma arrecadação global de cerca de US$ 80 milhões em seu melhor cenário.
POR:Marcilio
FONTE;Yahoo,Deadline
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