quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

Sobre o "Mestres do Universo"

 






Adaptar uma franquia nascida especificamente para vender brinquedos nos anos 80 é um desafio monumental, especialmente quando se trata de equilibrar a nostalgia com as expectativas do público moderno. No entanto, Travis Knight, o diretor do novo filme live-action de Mestres do Universo, revelou em entrevista recente à Empire (via Comic Book Resources) que não pretende fugir da excentricidade da obra original. Pelo contrário, o plano estratégico da produção é abraçar a "tolice inerente" que permeia as aventuras de He-Man e seus aliados em Eternia.


Knight entende que conceitos como um bárbaro de pureza quase absoluta lutando contra um feiticeiro com um crânio exposto podem soar estranhos para novas audiências. "Há um lado absurdo inerente à obra, que reconhecemos e abraçamos", afirmou o cineasta. Segundo ele, isso não deve ser visto como um defeito. "Na verdade, acho que é uma virtude. E está intrinsecamente ligado ao roteiro para ajudar algumas coisas a fazerem sentido para o público moderno. Por exemplo, por que aquele personagem teria um nome tão estúpido? Bem, ao longo do filme, mostramos o porquê", explicou.


Essa declaração oficial reforça fortemente rumores recentes que circularam após as primeiras sessões-teste do longa. Segundo relatos de insiders, o tom da produção estaria sendo comparado a Thor: Ragnarok, da Marvel Studios. Assim como o filme de Taika Waititi revitalizou o Deus do Trovão ao injetar humor autoconsciente e cores vibrantes, a abordagem de Knight parece buscar um equilíbrio similar, onde a ação épica convive com o reconhecimento de que o material fonte possui elementos naturalmente "galhofas".


Alem disso;


Dando vida ao seu papel mais importante até agora, Nicholas Galitzine não está medindo elogios ao roteiro do reboot de Mestres do Universo (2026), destacando o quão única será a nova entrada da franquia.


Para o Screen Rant, o intérprete do He-Man destaca como a nova adaptação se diferencia das demais, citando que o humor e a abordagem emocional o convenceram a aceitar seu papel.


"Honestamente, quando recebi o roteiro, eu sabia que era muito diferente dos filmes que normalmente se encaixam em um gênero ou categoria específica. Tem algo incrivelmente humano na história, além de ser muito engraçado, que são dois paralelos que busco enquanto ator. [...] E há um pouco mais de ação com He-Man. Estou realmente animado para que as pessoas vejam e conheçam esta versão de Adam."


O ator continuou, reforçando que entre tantos novos elementos, a adaptação soube modernizar a história da animação de uma forma digna:


"Sem revelar muito da trama, acho que existe uma modernidade nela que é realmente interessante. Parece que a essência dele como pessoa é um equilíbrio entre a masculinidade e feminilidade tradicional, e acho muito empolgante poder fazer isso em um filme de um grande estúdio como esse. Obviamente, a ação é incrível, mas também temos algo muito humano ali. Acho que, se vou fazer algo com esse nível de espetáculo, preciso ter esses paralelos [na trama]."


POR:Marcilio

FONTE:Ovicio

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