O embargo de Terror em Silent Hill: Regresso para O Inferno foi encerrado, e as primeiras críticas não são nada animadoras. Múltiplos sites consideraram essa como uma das piores produções cinematográficas da franquia.
Com base em 15 avaliações até o momento, a aprovação no Rotten Tomatoes aparece em apenas 7%, a mais baixa entre os filmes da série. Para efeito de comparação, Terror em Silent Hill (2006) conta com 33% de aprovação, enquanto Silent Hill: Revelação (2012) obteve 8%.
O jornal britânico The Guardian não poupou palavras, afirmando que a personalidade do protagonista parece um reflexo direto do diretor Christophe Gans, anteriormente responsável pelo primeiro filme: “James realmente parece um avatar de seu diretor: convencido de que há algo substancial aqui, e ignorando todos os sinais de alerta que indicam o contrário". A revista Total Film até reconhece um ponto positivo, elogiando os “designs originais de criaturas dignos da lendária franquia da Konami”, mas rapidamente pondera: “Um roteiro confuso, efeitos visuais medianos e atuações exageradas fazem com que essa nova adaptação de Silent Hill seja tão divisiva quanto sua primeira tentativa, há vinte anos".
O site Slant foi ainda mais duro, acusando o cineasta de desperdiçar o material original: “(Gans) olha para uma das maiores histórias de terror já contadas e toma as piores decisões possíveis sobre como adaptá-la para o cinema". No caso da IGN, é dito que o filme falha em justificar a própria existência: “Não é a pior entrada dessa franquia de filmes, mas não consegue realizar nada que o material original já não faça melhor".
O AwardsWatch também destacou a diferença de impacto entre jogo e filme: “O jogo faz você se sentir emocionalmente exausto. O filme apenas deixa o espectador drenado depois de ver mais uma propriedade tratada de forma tão descuidada". Por fim, Daily Dead resumiu o sentimento geral em uma análise particularmente severa: “Algumas cenas parecem arrancadas diretamente do jogo, mas com execução pior, e isso pesa contra o filme. Entre atuações fracas, uma narrativa mal editada e sustos mal aproveitados, está longe de ser um retorno caloroso para fãs de terror".
A estreia no Brasil está marcada para 19 de março, quase dois meses depois dos Estados Unidos, onde a estreia ocorre nessa sexta (23).
Por: Riptor
Fonte: O Vício


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