Ontem, pensando aqui com meus botões, me dei conta de uma grande ironia da história do cinema, com nosso ganancioso preferido do MCU...
O ano era 2009, após todos aqueles “problemas” que se tornaram lugar comum na mídia sobre Robert Downey Jr, ele estava dando a volta por cima, apesar ainda de grande descrédito. Estava, claro, naquela tão saudosa fase que os atores passam, em quererem se provar excepcionais, e não baterem um texto em algum personagem que lhe cai como uma luva. Após certos êxitos de filmes como “Beijos e Tiros” (alguém ainda lembra dessa bomba do Shane Black?), e ser o Homem de Ferro, o ator tinha sua segunda chance de ganhar o Oscar, agora como coadjuvante, na comédia “Trovão Tropical” (e negão, quem diria! Onde estava a patrulha do politicamente correto naqueles dias?). Antes disso, o ator tinha tido sua chance em 1992, interpretando Charlie Chaplin, sendo derrotado por Ao Pacino, até então, o maior ponto da sua carreira antes da armadura tecnológica.